| Vivendo como Exilados |
|
|
|
| Por Luis F. Batista | |||||||||
| 02 de maio de 2008 | |||||||||
Página 6 de 7
Canções Perigosas
- A Deus seja a Glória - Conforme declarado no texto acima, de um tempo para cá, a experiência da igreja tem sido restrita e confundida com o culto de louvor, se a pessoa pergunta como a igreja é, na maioria das vezes, vai ter uma resposta do tipo de som que toca, se o louvor é avivado ou não. O Catecismo de Westminster diz que o fim principal do homem é glorificar a Deus, mas o que é isso? O Catecismo esclarece que glorificar a Deus assume quatro formas básicas: Apreciação (admiração e respeito), Adoração (louvor público), Afeto (amar e se deleitar em Deus) e Sujeição (obediência e serviço), quer dizer, há uma face da glorificação a Deus hiperdesenvolvida em detrimento dos outros. Levando em conta a história de como a igreja começou, o culto de louvor não era aquilo que fazia as pessoas terminarem o domingo confessando umas ás outras "Uau! Hoje o culto foi muito bom, boa semana pra você", mas sim o culto era um reflexo claro da vida comunitária que se nutria durante a semana através da comunhão, adoração diária através de uma vida missional e o serviço. O louvor do tipo liderado pelo palanque é o tipo de louvor que o exilado busca evitar, seu louvor comunitário assume cinco características:
- Jesus não é meu namorado - Lembro de um espisódio realmente hilário do South Park em que o Cartman (o mais gordinho) resolve fazer sucesso com uma banda gospel em que pega as letras românticas da época e simplesmente coloca Jesus no meio. E é justamente o que têm acontecido, muito nos Estados Unidos e bastante aqui também, infelizmente a confusão que se faz a respeito do amor é tão grande, que as pessoas acabam confundindo todo amor com o amor romântico, assisti há um tempo atrás uma palestra do próprio Michael Frost em que ele começa como iniciou esse capítulo afirmando que o amor de Deus, o amor real é muito mais profundo, rico e poderoso do que qualquer paixão que experimentamos no dia a dia. Por isso, Frost nos exorta a buscarmos um entendimento mais bíblico e menos comercial do que significa realmente a natureza cristã do amor de Deus. Tanto que nosso amor a Deus é refletido no nosso amor a outras pessoas, em obedecer aos mandamentos de Jesus, na questão que fazemos em passar tempo com Ele, em falar a respeito das coisas de Deus, em desejar a vinda de Cristo, em rejeitar os outros deuses e ídolos, em oferecer nossa própria vida, em amar tudo aquilo que Ele criou e em perdoar aos outros, rico não? Toda vez que vejo que somos um povo com uma canção, eu lembro desta música que o Pastor Ed René gosta de lembrar que era cantada na revolução dos cravos em Portugal, uma canção que expressa nossa esperança e nos anima a prosseguir esta jornada:
Convite à Liberdade
|
|||||||||
| Última Atualização ( 19 de novembro de 2008 ) | |||||||||
| < Anterior | Próximo > |
|---|









































