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Por Luis F. Batista   
30 de janeiro de 2008
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The Forgotten Ways: Reactivating the Missional Church
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Comunidade não, communitas

Nesse último aspecto presente no mDNA, Hirsch coloca uma peculiaridade na vida comunitária e por conta dela diferencia até seu nome para communitas:

Communitas, como veremos, pode assumir formas variadas, mas seja elas quais forem, ela descreve exatamente o tipo de comunhão e amizade que era experimentado nos movimentos fenomenais de Jesus, e torna-se então, em um elemento essencial à genialidade apostólica. (p.218)
Um dos fatores mais enfatizados pelo autor ao longo desse capítulo, é a limiaridade, a communitas não é somente a reunião de pessoas, mas há uma causa muito forte os unindo e há também uma união bastante solidificada através das experiências limite da comunidade, exige não somente um tempo comum, mas sofrimentos em comum assim como vitórias em comum. Um fenômeno triste que ocorre em várias comunidades com a emergência da cultura pós-moderna tem sido a fuga em torno de um mundo paralelo. Ao invés da comunidade enfrentar esse caos e se adaptar, ela acaba fugindo dele criando um mundo artificial, no entanto, não vamos deixar de ver as consequências daqueles que terão que enfrentar o mundo sozinho e vão enfrentar uma grande frustração. Com um exemplo que a maioria de nós vimos no "Procurando Nemo" o autor ilustra:
"...podemos dizer que a sobrevivência dos sistemas vivos favorece o aumento do nível de adrenalina, atenção e experimentação. Por exemplo, "peixe em um aquário pode nadar, se alimentar, obter comida com o mínimo esforço e se manter livre de predadores. Mas como todos os donos de aquário sabem, estes peixes são etremamente sensíveis às menores variações do aquário. Os donos tem que regularmente limpar o aquário, monitorar a temperatura, monitorar o pH e alimentar os peixes. Isso porque não há um ecosistema natural no aquário - é um ambiente artificial. Por ouro lado, o peixe no mar tem que trabalhar muito mais duro para se susentar e são sujeitos a maiores ameaças. Mas porque eles aprenderam a lidar com mais variações (temperaturas, suprimento de comida, predadores etc) eles são mais fortes quando encontram um desafio" (p.229)
Interessante que o autor gosta do Paulo Coelho, assim como no livro anterior, nesse livro ele colocou uma frase dele: "Um barco está mais seguro quando está no porto. Mas não foi para isso que o barco foi feito". Ele soube reter o que é bom!

Leia o Primeiro capítuloicon The Forgotten Ways - primeiro capítulo (655.99 kB) 

Veja outros pontos de vista:

Jordon Cooper

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