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The Forgotten Ways: Reactivating the Missional Church PDF Imprimir E-mail
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Por Luis F. Batista   
30 de janeiro de 2008
Índice de Artigos
The Forgotten Ways: Reactivating the Missional Church
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O DNA missional tem um elemento central, é a constatação de que Jesus é o Senhor, ao seu redor os elementos se traduzem da seguinte forma:

  • Formação de discípulos
  • Impulso missional encarnacional
  • Ambiente apostólico
  • Sistemas orgânicos
  • Comunidade não, communitas

O coração de tudo: Jesus é o Senhor

O autor começou o livro nos mostrando dois movimentos de Jesus poderosíssimos na história: a igreja primitiva, que no ano 100 tinha 25.000 crentes e no ano 310 já tinha 20.000.000 de cristãos; o segundo exemplo é a igreja chinesa, que hoje conta com 80 milhões de crentes se reunindo de forma escondida, sem a menor estrutura, sem literatura decente disponível, sem uma liderança razoavelmente treinada e com uma perseguição pesada.

"Presumivelmente, se alguém está disposto a morrer pela fé, ele já foi muito além da mera crença até à situação da fé genuína e amor por Deus... Perseguição leva os perseguidos a viverem muito próximos de sua mensagem - a simples menção ao evangelho de Jesus aciona seu poder liberador."
O exercício é verificar como uma igreja dessas conseguia progredir sem todas as coisas que julgamos até essenciais à igreja hoje. Chegamos ao ponto de tentar entender o que é o mínimo necessário para a igreja.
"Para sobreviver ao contexto da perseguição, eles devem se livrar de todos os impedimentos, incluindo uma concepção predominantemente institucional de ecclesia... Para uma igreja marginal, toda a bagagem de interpretações tradicionais desnecessárias e parafernália teológica é removida"
E prosseguimos em entender como essa simplicidade se manifesta:
"O estudo dos fenômenos históricos dos movimentos de Jesus me leva a concluir que a resposta é encontrada na substância de um monoteísmo genuíno bíblico - um encontro existencial com o Deus único que nos salva"
O autor examina esse monoteísmo na forma hebraica de se crer no Deus único, que leva a pessoa a considerar Deus como o deus de toda sua vida, que dá base para todas as nossas decisões. Jesus, quando invocou o Shema, se colocou nesse contexto de Senhor sobre todas as coisas. Em vista disso não há como considerar as coisas como sacras ou não sacras, uma visão dupla da vida, como regiões onde Jesus é Senhor e outras onde nós ou a cultura seja o Senhor nos levaria ao politeísmo, coisa que Deus odeia. Deixo a conclusão com o próprio autor:

"Nós precisamos tão somente olhar para nossas próprias vidas; quando nós pecamos deliberadamente, ou quando nos recusamos em permitir que os mandamentos de Jesus se apliquem em todas as dimensões de nossas vidas para responder em obediência, nós efetivamente limitamos o senhorio de Cristo e seu propósito de domínio absoluto. (como em Lucas 6:46)... O quanto chega a ser longe demais? Eu sugiro que seja quando nos recusamos a trazer aspectos de nossa culturas e vidas abaixo do senhorio de Jesus - simples assim."



Última Atualização ( 08 de abril de 2008 )
 
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