| O direito da escolha |
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| Por Nelson Costa | ||||||||
| 17 de novembro de 2008 | ||||||||
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“Aqueles que
viveram nestes lugares de morte conseguem ainda se lembrar que, durante
a noite, alguns dos que estavam ali iam de barraca em barraca,
confortando os mais desesperados, e muitas vezes oferecendo um pedaço
de pão ou de batata que havia sobrado” Dr. Victor Frankl (sobrevivente
do campo de concentração de Auschwitz). "Meu nome é Lúcifer e eu sou o anjo de luz. Retirei seu Deus do trono, e exilei seu Cristo para o reino da morte eterna. Sou eu que possuo as chaves do Reino que pertencia a Ele, e eu que decido agora quem pode entrar no paraíso ou no inferno". Suponhamos que saia um anjo poderoso por de trás do trono e nos diga: "Em minha mão direita eu seguro as chaves do paraíso, e em minha mão esquerda seguro as chaves do reino da morte eterna. Para aqueles que se ajoelharem diante de Lúcifer e o reconhecerem como Deus, eu permitirei entrar no paraíso, mas aqueles que recusarem eu irei lançá-los no reino da morte eterna em companhia com Cristo". Depois de todo esse diálogo o anjo se coloca em nossa presença com ambas as chaves nas mãos e nos pergunta: Quais das chaves vocês desejam? Precisamos oferecer uma mensagem que possibilita as pessoas de serem as parábolas do nosso recente século, de serem o aroma e o sal de Deus nesse mundo, para que Deus seja o escritor e não o narrador. Afirmarmos o conhecimento total do Reino nos implica muito, logo a mensagem se perde nas muitas filosofias. Por muito tempo a Igreja foi vista como um oásis no deserto - onde oferecia água para os sedentos. Em contraste, muitos cristãos aparentam mais em estarem no deserto do que no oásis da vida, oferecendo silêncio, espaço e esperança para aqueles que vivem a nutrição religiosa de um tempo confuso. É nesse deserto que juntos devemos nos maravilhar com Reino, somente como nômades encontraremos a Deus.E é por essa nutrição que devemos estar famintos.
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| Última Atualização ( 17 de novembro de 2008 ) | ||||||||
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