06 de janeiro de 2009
 
 
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Por Nelson Costa   
17 de novembro de 2008

“Aqueles que viveram nestes lugares de morte conseguem ainda se lembrar que, durante a noite, alguns dos que estavam ali iam de barraca em barraca, confortando os mais desesperados, e muitas vezes oferecendo um pedaço de pão ou de batata que havia sobrado” Dr. Victor Frankl (sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz).

Imaginemos que repentinamente somos cercados pela morte e passamos dessa para melhor, sem nenhuma explicação nos vemos diante do trono do julgamento do Senhor dos Exércitos.
Imagine..., isso, imagine o trono de Deus cercado por anjos celestiais, por uma aurora vibrante de poder, por uma força e formosura inexplicável.
Agora tente imaginar como nos sentiremos olhando para trás e vendo a vida que levamos - o
que nos fez feliz, e que nos entristeceu que gostaríamos de regressar e consertar.

Agora imagine uma luz muito forte vinda do trono, e depois de um certo momento se comunicando conosco:

"Meu nome é Lúcifer e eu sou o anjo de luz. Retirei seu Deus do trono, e exilei seu Cristo para o reino da morte eterna. Sou eu que possuo as chaves do Reino que pertencia a Ele, e eu que decido agora quem pode entrar no paraíso ou no inferno".

Suponhamos que saia um anjo poderoso por de trás do trono e nos diga:

"Em minha mão direita eu seguro as chaves do paraíso, e em minha mão esquerda seguro as chaves do reino da morte eterna. Para aqueles que se ajoelharem diante de Lúcifer e o reconhecerem como Deus, eu permitirei entrar no paraíso, mas aqueles que recusarem eu irei lançá-los no reino da morte eterna em companhia com Cristo".

Depois de todo esse diálogo o anjo se coloca em nossa presença com ambas as chaves nas mãos e nos pergunta:

Quais das chaves vocês desejam?

Precisamos oferecer uma mensagem que possibilita as pessoas de serem as parábolas do nosso recente século, de serem o aroma e o sal de Deus nesse mundo, para que Deus seja o escritor e não o narrador.
Afirmarmos o conhecimento total do Reino nos implica muito, logo a mensagem se perde nas muitas filosofias.
Por muito tempo a Igreja foi vista como um oásis no deserto - onde oferecia água para os sedentos. Em contraste, muitos cristãos aparentam mais em estarem no deserto do que no oásis da vida, oferecendo silêncio, espaço e esperança para aqueles que vivem a nutrição religiosa de um tempo confuso.
É nesse deserto que juntos devemos nos maravilhar com Reino, somente como nômades encontraremos a Deus.E é por essa nutrição que devemos estar famintos.
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