06 de janeiro de 2009
 
 
Emergência Cultural PDF Imprimir E-mail
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Por Nelson Costa   
16 de março de 2008
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Emergência Cultural
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           “Distinção entre a cultura santa ou profana é um mito,não existe diferença entre elas, para Igrejas Emergentes maus lugares, má pessoas ou maus tempos podem ser santificados e dados em louvor a Deus.Todo dualismo moderno pode ser superado.”
Eddie Gibbs


De acordo com o dicionário de língua portuguesa, cultura seria um conjunto de padrões de comportamentos, de crenças, de instituições e de outros valores morais e materiais que define características de uma sociedade ou civilização.

Ou seja são características humanas que não são inatas, e que se criam e se preservam ou aprimoram através da comunicação e cooperação entre indivíduos em sociedade. Cultura é uma realidade social muito importante para Igreja. Pode ser invisível a uma percepção não treinada,mas o seu poder não pode ser substimado. Cultura dá a cor e o sabor a tudo dentro de uma  congregação, poderia ser distinguída como um corredor poderoso atual que, através dele inúmeras pessoas poderiam ir para uma ilha segura (Reino de Deus), ou distanciar-se dela.


Cultura possuí a influência de impedir que o potencial de uma Igreja se desenvolva  ou facilita a ação do Espírito Santo na reprodução de vida espiritual saudável, Igrejas emergentes  utilizam-na como uma ponte, que liga as boas novas de Cristo a uma comunidade, por isso é importante conhecermos esse tópico antes de qualquer coisa.


Não podemos facílmente definirmos a cultura de uma sociedade, não seria como comprar um brinquedo colocar na tomada e brincar, nem é algo que podemos clonar  de um lugar para outro, cada grupo social possuí suas peculariedades.


Muitas questões são levantadas nos meios religiosos a respeito da organizãoção de uma Igreja perante as etnias e diversidades culturais de uma região. Independente das diferentes respostas sobre essas questões, uma coisa é certa, a prática missionária requer uma fiel compreensão da cultura que irá servir, livre de posicionamentos ortodoxos.


Presumo que antes de qualquer posicionamento, devemos entender que 70% de todos os esforços missionários são gastos no labor em compreender e discernir a cultura do País que se tem como alvo em fazer missões. Além das flexibilidades aplicadas devido as transformações políticas que uma nação sofre devido  a busca de um melhor governo.

Jesus orou para que, estando no mundo, ficássemos livres do mal, mas parece que insistimos em sair do mundo e continuar com o mal. Afastámos das formas culturais como se fossem malignas por si mesmas, mas permitimos que valores errados nos influênciem, desde que tomem formas religiosas. Afastamos também das indagações do mundo. Como disse alguém: dizemos que Cristo é a resposta, mas para qual pergunta? Já não conhecemos as perguntas que o mundo nos faz.

É importante a Igreja reconhecer que neste presente século,  estamos no meio de uma volta cultural. Precisamos de uma transformação na maneira de interpretarmos uma cultura  e como exercer um ministério diante dela .Temos percebido que muitas congregações são instituições modernas dentro de um contexto pós-moderno. Não seria uma questão de mudança nos atrativos ou programas, qualquer igreja pode possuír as melhores distrações e ainda não atingir a comunidade que está ao derredor , mas sim uma questão de compreensão e relação em busca da melhor resposta para a comunidade  específica.



Última Atualização ( 16 de março de 2008 )
 
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