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Por Nelson Costa   
22 de março de 2008
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Emergência Cultural II
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Ao vermos músicos e artistas ganharem prêmios na televisão, podemos perceber o respeito e as diversas formas que cada um agradece a Deus diante do público pelo sucesso(Existe o reconhecimento divino ), mesmo que o tipo de música e performance não estejam de acordo com jeito de entendermos os princípios Bíblicos(Direitos iguais diante da moralidade, é importante buscarmos o equilíbrio).


Necessitamos  compreender que  não existe hipocrisia nisto, é somente um jeito pessoal e cultural de cada indivíduo  ver a Deus, distinções não é um problema identificado por eles(imposições sim). Portanto, existe uma necessidade de explicarmos as verdades divinas a tais grupos sociais de uma forma madura e verdadeira, pois eles procuram conhecer e entender o Criador do mesmo jeito que qualquer um, conforme a claridade que Deus está sendo comprovado.


Essas e outras atitudes representam uma mudança na maneira de se ver os valores e crenças da era moderna para a era pós-moderna ,  muitos valores modernos são trocados por valores pós-modernos todos os dias ,se queremos conquistar terreno para o Reino de Deus em uma cultura pagã , que é expressada tanto dentro quanto fora das Igrejas, devemos falar menos do Evangelho e prática-lo mais, por que Deus está disponível ao Mundo. O problema é que muitos estão interessados em que as pessoas aceitem suas filosofias e interpretações pessoais e não a Deus, poucos estão desejosos de confrontar seus conceitos e entender esta nova geração. Será que é necessário fazermos uma pessoa afastar-se  do seu espaço para  conhecer a Deus ? As vezes elas servem melhor o Criador onde estão.(Já pensou em explorar isso?)


Pessoas  com características pós-modernas enxergam as sequêlas deixadas pela modernidade no Mundo e facílmente percebem seus absurdos através daqueles que são seguidores dela. A única possibilidade em  anuncíar o Reino de Deus  para esse público, será através dos exemplos deixados por Jesus. Nossa falta de entendimento bíblico e nossas separações egoístas já construíram uma muralha entre a Igreja e a sociedade que nunca será destruída, somente superada pelas cordas da sujeição, igualdade, amor e reconciliação, dentro do contexto que a sociedade vive. Essas atitudes devem fazer parte de qualquer Igreja Emergente, onde é explicada e compreendida através da reestruturação da mensagem, da clarificação dos princípios,  da inovação da Igreja, da experiência fornecida, da ação social, da relevância histórica e  da diversão ordenada.


Mas não se esqueça que : Igrejas Emergentes nascerão e passarão pelos mesmos processos que as Igrejas contemporâneas e medievais passaram, tanto dentro, quanto fora  das separações religiosas e no meio das diversas deslocações sociais . Por isso é importante sabermos que qualquer instituição possuí suas fases, e que devemos respeitá-las e segui-las. Todavia se queremos o sucesso do Reino no meio da emergência comportamental, devemos ir além das separações desequilibradas, dos nossos limites e de nossas considerações,  procurando aprender  uns com os outros o favor de Deus, e os métodos que irão nos desviar das falhas do passado (para não errarmos nos futuro), onde fizeram da Igreja de Cristo, uma instituição fora das realidades do Mundo, cosntruída em cima de interesses e não de serviços.                                                                                                          
                                    
Como conclusão advirto: A Igreja de Jesus Cristo é um organismo vivo, e que não podemos  amordaçá-lo com nossas idéias antigas de compreendê-lo. Temos que procurar as melhores formas de organizá-lo dentro de uma sociedade organizada, que se relaciona como humanidade conforme comportamentos descritos acima . A Igreja está mais viva do que nunca. Seja ela, sirva ela, viva ela!


Um pensamento a considerar : Paulo conhecia o Cristo (Messias), antes da experiência com Jesus o Nazareno. Os apóstolos conheceram Jesus o Nazareno, antes de receberem a graça do Messias. Paulo recebeu primeiro a graça divina, para depois  render-se a Deus.

Um versículo para análizar : O mistério é que os gentios são co-herdeiros e membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus pelo evangelho.(Efésios 3: 6).

Uma pergunta para meditar : Como poderíamos atingir um grupo sem desconsiderar outro ?

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