| Desconstrução da mente |
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| Por Luis F. Batista | ||||
| 24 de outubro de 2008 | ||||
Página 1 de 2 Das centenas de posts que aparecem no meu Google Reader sobre a eleição americana, teve um que achei bem interessante para ilustrar a conversa que quero ter aqui sobre a conversa emergente:
Como falei, não vou falar sobre política americana, mas passeando pelas discussões na blogosfera a gente vê o mesmo tipo de reação quando vemos pessoas querendo conversar sobre igreja. Da mesma forma, quando perguntamos a algumas pessoas, por exemplo, o que elas acham de uma igreja se reunir em um lugar fora de um templo, poderemos ouvir:
Como Jesus mesmo já falou, idéias novas tem que ser recebidas de novas formas, quando se acondicionam idéias novas com formas antigas de se processar o pensamento podemos esperar estragos. Você encontra pessoas que embora tenham algumas noções interessantes sobre uma nova forma de viver igreja, não conseguem demonstrar isso sem ter que levantar toda sua lista de críticas à igreja atual, suas mágoas com o que passou com a igreja, suas citações prediletas que encontrou em autores que leu ou ouviu etc... Isto é, embora já tenha ouvido algumas coisas legais para conseguir viver de forma diferente, ele pega estes recursos como um dossiê contra igreja institucionalizada ao invés de impulsioná-lo para o futuro e construir uma nova realidade. Desconstruir a igreja implica também desconstruir o seu ser como igreja. Uma das coisas que iniciou a conversa emergente que temos por aí, e que me atraiu a pesquisá-la, foi ALCANCE, veja como Tom Sine define a igreja emergente na entrevista que ele me concedeu e você vai ver melhor isso, o pessoal começou a notar que o padrão de pensamento humano estava mudando a tal ponto que você não poderia mais tomar as mesmas premissas que tínhamos quando aprendemos a aplicar as quatro leis espirituais, as igrejas estavam alcançando cada vez menos jovens. Por isso mesmo, começamos a ver pessoas saindo das igrejas para alcançar sua juventude nos cafés, em raves, ou mesmo mudando totalmente suas próprias igrejas de forma que sua geração entendesse a mensagem que estão querendo passar. E lógico que quando levantavam o tapete para começar a rearrumar o ambiente, encontraram muita sujeira, limparam tudo aquilo, mas a vida não se tornou debater, analisar e limpar sujeira, o foco continuou no alcance e em viver aquilo que Jesus Cristo pregou da forma mais autêntica possível. Os exemplos que temos disso tudo são fantásticos a ponto de nos inspirar em escrever estórias semelhantes em nosso meio.
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| Última Atualização ( 24 de outubro de 2008 ) | ||||
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